IBM reforça estratégia de Web 2.0 com formulários eletrônicos Samsung Lança Monitor USB LCD 940UX
Out 04

Pressão dos adeptos ao movimento open source? Nem tanto. Agregamento de valor aos seus produtos? Pode ser. O que é certo é que as coisas que funcionam por trás dos panos no .NET Framework, plataforma de desenvolvimento da Microsoft, ficarão mais claras para os programadores.

A Microsoft incluirá no Visual Studio 2008 a possibilidade de visualização do código fonte de bibliotecas e classes internas do .NET Framework. Para os desenvolvedores que utilizam a plataforma, ficará mais fácil ver o que está errado quando algo não funcionar, entendendo - ou pelo menos, vendo - o que ocorre no código do framework de desenvolvimento.

Os programas usam as bibliotecas e componentes do ambiente .NET, e quando precisam ser debugados (termo usado para a verificação de erros e testes do programa, em tempo de desenvolvimento, antes de se gerar a versão final redistribuível), o programador terá acesso aos pontos do código interno das bibliotecas e componentes envolvidos. Com isso terão uma visão mais clara do que pode estar causando erros, e sugestões de caminhos por onde seguir, uma vez que entenderão como o .NET trabalha, sem ficar às cegas apenas enviando dados para as APIs e esperando resultados. Verão como as APIs trabalham e se relacionam entre si e com o código digitado.

Mas calma lá, a idéia não é tornar o Visual Studio .NET open source. Trata-se de uma licença diferente, onde o programador poderá ver o código dos componentes do programa, mas não poderá alterá-los nem redistribui-los. E mais, eles serão baixados de servidores da Microsoft apenas conforme necessário durante o processo de debug.

O que a Microsoft pretende com isso? Facilitar e deixar mais claro o desenvolvimento de aplicações da plataforma, que tem recebido tantas críticas ultimamente? Há quem diga que só assim o .NET será realmente confiável. É esperar para ver, mas como o programa continuará fechado, não muda “muita” coisa.

Comente