Mar 13

A notícia é importante e promete mexer com a comunidade profissional da web: no dia 05 de março, a Microsoft liberou uma versão beta do Internet Explorer 8, disponível para download nas versões Windows Vista e Windows XP.

Novos Recursos

Esta nova versão traz algumas novidades, como o recurso WebSlices, que permitirá ao usuário determinar que a atualização seja feita somente em partes separadas das páginas (como fatias).

Outro novo recurso é o Activities, que permite a integração de determinados conteúdos da página comoutras aplicações, como Windows Live, Hotmail e pesquisa de conteúdo em redes sociais como a FaceBook, por exemplo.O IE8 traz um botão de “emulação” que transforma seu browser em IE7 e outras funções novas. Porém, a mais importante novidade está baseada numa promessa ansiosamente aguardada pela comunidade web.

Adequação aos padrões web

Sim, é verdade! Não precisa se beliscar! A Microsoft promete que o novo IE8 será totalmente compatível com os padrões web, renderizando suas páginas de acordo com os padrões web, não mais por um “motor” próprio (e altamente polêmico) de processamento, usado até a versão 6 e 7 do browser, apesar de possuir “compatibilidade reversa” com os motores antigos (IE 6 e 7).

Conheça as principais compatibilidades do IE8:

  • Compatibilidade com CSS 2.1;
  • Visualização de debug com Javascript;
  • Compatibilidade com Data URI AJAX;
  • Compatibilidade nativa com html 5;
  • Visualização e alteração de DOM (document object model);

Além disso, há a novíssima Developer Tools, inspirada pela Web Developer Tool do Firefox, porém, bem menos eficaz e intuitiva. Conheça todos os novos recursos, descritos pela própria Microsoft, aqui.

Developer ToolsDeveloper ToolsExemplo da Developer Tools.Exemplo da Developer Tools.

“Novos” padrões para os antigos “não-padrões”

Coisas da Microsoft: por meio de declarações no código da página, será possível escolher três tipos diferentes de renderização do documento:

  1. “Acid Test”: Indicada pela Microosoft como a mais adequada aos desenvolvedores, por ter passado em diversos teste de compatibilidade com os padrões atuais;
  2. “Internet Explorer 7″: baseadas nos padrões de adequação utilizados no lançamento do IE7;
  3. “Velhos Tempos”: baseadas nos padrões (!) utilizados no início da web comercial.
Conclusões

Por qual razão (que a razão, obviamente, desconhece) a Microsoft está implementando três não-padrões? Quem é que vai querer escrever códigos de acordo com padrões antigos, do início da web comercial? Por que, até na implementação tardia de padrões web, a empresa utiliza uma discutível estratégia de compatibilidade reversa com erros terríveis de renderização de versões anteriores do IE e não “enterra” o passado “negro” de desrespeito aos padrões e, indiretamente, aos desenvolvedores web?

Talvez seja cobrar demais de uma empresa que até pouco tempo atrás não aceitava as falhas de seus browsers e nem mesmo sinalizava uma preocupação ou possibilidade de mudança.

É uma notícia louvável, apesar do software estar em versão beta. Mesmo assim, um novo horizonte se desenha para nós, trabalhadores e estudantes da web, que tanto sonhamos com um IE (que, diga-se de passagem, é o browser mais usado pelas pessoas) adequado aos padrões.

Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/8248/webstandards/ie8_e_os_padroes_web/

Mar 10

A notícia circulou nos maiores jornais do país. Uma empresa que começou pequena, fruto dos sonhos de jovens estudantes, viu-se no centro de um grande negócio.  No dia 24 de janeiro, o BuscaPé, maior site de comparação de preços da América Latina, anunciou a compra de 85% da Pagamento Digital, empresa instalada no centro incubador mantido pelo UNIVEM (CIEM), em parceria com o SEBRAE e a Prefeitura de Marília.

Os valores não foram revelados, mas a transação chamou a atenção da mídia especializada. Com essa aquisição, o BuscaPé passa a estar presente em todo o ciclo de compras realizado na Internet. “Trata-se de um negócio estratégico”, disse Romero Rodrigues, fundador e presidente do grupo, em nota oficial divulgada à imprensa.

Antes de adquirir a empresa mariliense, o BuscaPé atuava na fase de pré-compra, auxiliando o usuário a decidir o quê e aonde comprar,  e no pós-venda, recolhendo informações de mercado e possibilitando que os usuários vendam seus produtos. “A Pagamento Digital conecta esses dois mundos, funcionando como intermediador entre o comprador e o vendedor”, frisou Rodrigues.
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Fev 28

 

Achei essa matéria muito interessante e resolvi publicar aqui para matar a curiosidade daqueles como eu.

Local onde encontrei: http://blog.malluco.com

Pesquisamos consultorias de RH para traçar um painel da remuneração praticada pelo mercado, em diversas ramificações da área de tecnologia. Confira aqui o resultado e saiba quanto você pode valer

Como saber se a sua remuneração corresponde à média do cargo? É verdade que em São Paulo os salários são maiores? Certificações fazem o profissional ser mais caro? Quais tecnologias são mais valorizadas pelo mercado?

Para responder a essas perguntas, o TI Master buscou consultorias de RH de várias regiões do país. Contudo, houve dificuldades para obter informações de empresas fora do eixo Sul-Sudeste. Empecilhos à parte, cinco consultorias aceitaram fornecer os dados: Case Consulting, ConquestOne, Manpower e People Consulting, todas de São Paulo e a Tcom Consultoria, de Porto Alegre.

Criação

Englobando os cargos de WebMaster, WebDesigner e Animador em Computação Gráfica, esta é uma área diferente dentro da TI. Nela, mais valem a criatividade e os trabalhos realizados do que experiência e certificações. Segundo o Diretor-executivo da ConquestOne, Antonio Loureiro, há dificuldade para encontrar profissionais com habilidade no relacionamento interpessoal.

“Essa área precisa de pessoas com capacidade de comunicação. Para entender o cliente e traduzir sua necessidade em termos de criação, a capacidade de ouvir e de se expressar tem que ser refinada - explica.

Por essas particularidades, a remuneração varia muito, estando diretamente relacionada ao portfólio do profissional. Assim, para o cargo de WebDesigner, foram encontrados valores de cerca de R$ 4 mil na região Sudeste e por volta de R$ 1.800 no Sul. Já o salário de WebMaster fica em torno de R$ 4 mil no Sudeste e de R$ 4.500 no Sul. E o cargo de Animador em Computação Gráfica só estava presente nos dados de uma das consultorias do Sudeste, ganhando em média R$ 4 mil.

Rede/Infra-Estrutura

Técnico por excelência, para este setor a certificação é fundamental, chegando a aumentar o salário do profissional em até 40%. Os cargos de Técnico em Informática, Analista de Suporte e Administrador de Redes ainda têm outro desafio: escolher entre seguir o caminho Windows, Linux ou Cisco.

O salário de Técnico em Informática varia de R$ 1 mil para cargos de nível médio até R$ 2.500, para técnicos com nível superior. Já a remuneração de Analistas de Suporte apresentou enorme discrepância, indo de R$ 2.6 mil na região Sul até R$ 6.500, no Sudeste. Nesses dados, uma constatação: o cargo de Analista de Suporte para Mainframe está bem cotado, com salário de R$ 2.900 no Sudeste e R$ 5.800 no Sul.

Entre as certificações, o salário para um profissional MCSE varia de R$ 4.275 no Sul até R$ 6 mil no Sudeste. O nível inicial, MCP, ganha R$ 3.500 no Sul e em torno de 4 mil no Sudeste. Já as certificações Cisco apresentam remuneração da ordem de R$ 3.900 para CCNA no Sul e confirmam a fama de mais valorizadas pelo mercado, indo até R$ 8 mil para CCIE no Sudeste.

Uma área difícil de avaliar foi a de Linux. Por ser um sistema operacional em ascensão no ambiente corporativo, o mercado de trabalho ainda está se adaptando. Foram fornecidos apenas dados de Analista de Suporte Linux com salário de R$ 2.500 no Sul e de profissional certificado LPI, por R$ 6 mil no Sudeste. Há ainda o cargo de Analista de Suporte Unix, com salário de R$ 3.100 no Sudeste e R$ 4 mil no Sul.

Desenvolvimento

Computadores precisam de programas para funcionar. Logo, sempre há lugar para quem desenvolve sistemas e projeta aplicações. Difícil foi encontrar as funções de Programador e Analista de Sistemas isoladas. Cada vez mais se pede que o profissional reúna o conhecimento técnico da programação com a visão de negócios e de projetos da análise.

Também não foi possível encontrar os cargos sem estarem associados a alguma tecnologia: as empresas hoje já exigem o profissional direcionado para uma linguagem. E as mais requisitadas - confirmando a matéria Poliglota Digital publicada no TI Master - são mesmo Java e .NET. Por outro lado, a área de mainframes, de acordo com o Diretor da People Consulting, Shuji Shimada, apresenta demanda por profissionais que saibam Cobol porque o mundo acadêmico ainda não enxergou essa necessidade.

“As escolas pararam de ensinar mainframe. Por isso, há e poucos profissionais no mercado e oportunidades para todos os ambientes, até para AS/400 – afirma.

Assim, o salário de um Analista/Programador .NET ou Java varia entre R$ 4.700 no Sul a R$ 6.500 no Sudeste. Este resultado faz cair por terra a idéia de que o profissional Java é mais caro que o .NET. Na área de mainframe, um Analista-Programador Cobol ganha cerca de R$ 4.300 no Sul e entre R$ 4.500 e R$ 5.500 no Sudeste.

Desenvolvimento Web

Este setor é o queridinho do mercado, tanto pelo potencial de crescimento da Internet num país em que menos de 10% da população acessa a rede, quanto pela demanda de empresas de outros países que fazem outsourcing por aqui. Por isso, quem sabe se virar na sopa de letrinhas do ASP e PHP, além das já citadas .NET e Java – que também servem para aplicações Web – está com a empregabilidade em dia.

Os salários para Analista-Programador ASP vão de R$ 3 mil até 4.500. Já o profissional PHP ganha de R$ 2 mil a R$ 4.500. Ambos os valores são do Sudeste, pois no Sul os dados recebidos dizem respeito ao cargo de Analista-Programador Web, sem diferença para ASP, .NET ou PHP, com valor de R$ 4.700.

Banco de Dados

O Administrador de Banco de Dados, cujo cargo é conhecido pela sigla em inglês DBA, sempre teve prestígio por gerenciar o que há de mais importante em uma empresa: suas informações. Nesta área, o mercado é disputado entre Oracle e Microsoft (e seu onipresente SQL Server), com o MySQL, de código aberto, correndo por fora.

Os valores refletem um mercado de salários semelhantes, onde a certificação não faz tanta diferença. Um administrador de banco de dados sem especificação de tecnologia ganha entre R$ 6 mil e 7 mil, enquanto um DBA Oracle ganha de R$ 5 mil a R$ 8 mil, com valores semelhantes no Sul e Sudeste. Não muito diferente do especialista em SQL Server, que vale entre R$ 5 mil e R$ 7.500 nas duas regiões. Um pouco abaixo, o DBA MySQL, cargo que nem todas as consultorias apresentaram, tem remuneração entre R$ 4 e 5 mil.

Auditoria

Confirmando a tendência definida pela matéria Auditores de TI buscam seu espaço, esta não é função para iniciantes. Exige ampla vivência de mercado e habilidades tanto da área de exatas quanto de humanas. Por isso, características como organização, atenção aos detalhes e desenvoltura no trato interpessoal são fundamentais.

A remuneração varia entre R$ 5 e 7 mil, sem diferença entre regiões. Por enquanto ainda não se exige a certificação e não há registros que ela influencie no salário, mas pode ser um diferencial. Portanto, fique de olho nas certificações CISA e CFE.

Visão do mercado

De forma geral, o mercado de TI está aquecido, especialmente para quem já está empregado. Para os que estão começando, exige-se formação em faculdades de primeira linha e boa vivência em estágio.

Os dados coletados, tendo em vista profissionais de nível sênior e sob regime CLT, revelam que salários maiores são pagos no Sudeste, especialmente em São Paulo. Um dos motivos para os valores mais baixos no Sul seria o excesso de profissionais no mercado, segundo o Gerente da Tcom Consultoria, Daniel Teixeira.

Outra conclusão obtida a partir dos dados é que ter uma certificação altera mesmo a faixa salarial, especialmente para as áreas técnicas. Além disso, cada vez mais o mercado exige habilidades no âmbito comportamental como liderança, capacidade de trabalhar em equipe e pró-atividade.

Por ser uma área na qual novos processos e tecnologias surgem o tempo todo, exige-se aperfeiçoamento constante. Para quem trabalha com TI, a expressão “investir na carreira” tem sentido literal, segundo o Diretor-Geral da Manpower, Augusto Costa.

“O profissional tem que aprender sempre, pesquisar sempre e fazer cursos técnicos que não são baratos. Como TI é extremamente dinâmica, sai na frente quem faz treinamento em área específica, isso aumenta muito a empregabilidade - analisa.

Por outro lado, algumas empresas “param no tempo”, prendendo-se a tecnologias ultrapassadas e desmotivando o profissional. Por essas duas razões, o chamado “turnover”, ou seja, a troca de cargos tem índice alto em Tecnologia da Informação.

Na busca por novas oportunidades e desafios, há ainda a possibilidade de sair da cidade ou estado, indo para cidades como Hortolândia e Campinas (SP), onde há grande oferta de vagas. Contudo, de acordo com a Consultora da Case Consulting, Aline Santos Bicalho, poucas empresas oferecem pacotes de mudança, o que leva o profissional a ter que aceitar sozinho o desafio de morar em outro lugar.

Fonte: Revista TI Master

Fev 19

A busca por maior competitividade nos negócios, que viabilize melhores resultados econômicos e financeiros, acaba sempre se deparando com os processos de aumento de produtividade nas operações e na necessidade de parceiros internos criativos, adequadamente treinados e comprometidos com a empresa.Quando se fala de equipes criativas e de alto desempenho, muitas vezes deixa-se de abordar as questões fundamentais que tornam isso possível. Como dizia Geraldo Vandré em “Disparada”, “Gente é diferente!”. Vem, então, o maior de todos os problemas da Gestão de Competências: Como harmonizar e transformar um grupo de pessoas competentes e criativas em uma equipe vencedora? Será que apenas altos salários, benefícios, incentivos, agregam valores e permitem condições adequadas de desempenho? Acho que não. Valores intrínsecos de caráter e personalidade são fatores a serem tratados e harmonizados em prol da consecução de objetivos coletivos! Vou propor aqui uma breve reflexão sobre desafios, que considero indispensável, a serem vencidos para obtenção de um ambiente de trabalho criativo, motivador e de valores individuais alinhados para o trabalho em equipe de alto desempenho.

1- Harmonizar Propósitos - Quando “juntamos” pessoas e as colocamos num processo produtivo, nem sempre estão claros objetivos e expectativas que justifiquem a permanência de cada um em sua atividade. Trabalho: algo construtivo, edificante, desafiador; Emprego: algo entediante, rotineiro, morno, apenas pelo dinheiro. O primeiro grande desafio é criar nas pessoas o entusiasmo pelo Trabalho e não pela manutenção do Emprego (ou puro ganho financeiro), através da disseminação de valores e desafios individuais contrapostos aos objetivos da empresa.

2- Desenvolver Confiança - Confiar vem de atribuir fé, enquanto que acreditar vem de dar crédito. Confiança é um sentimento abstrato, enquanto Crédito é algo material, concreto! Confiar compromete, enquanto acreditar apenas envolve as pessoas. Quando as pessoas confiam umas nas outras (técnica e socialmente) costumam acreditar e respeitam-se mantendo relações profissionais transparentes e saudáveis. O segundo grande desafio é despertar no grupo o sentimento de confiança como base para a credibilidade nas relações e operações.

3- Introduzir Indicadores - As equipes de alto desempenho não surgem por acaso, nem por fatalidade. São extremamente orientadas por Indicadores de Desempenho e Gestão e a todo o momento comparam seu desempenho efetivo com parâmetros previamente acordados e estabelecidos, corrigindo seus desvios em prol do sucesso da operação. Seguem à risca o famoso “Um por todos e todos por um” sem o que chamo de “corporativismo perverso” que protege o faltoso acima da falha. O terceiro grande desafio é promover um diálogo aberto e transparente voltado a elaborar, pactuar e instituir um sistema de Indicadores de Desempenho com o propósito de melhorar a gestão e servir de ferramenta norteadora da equipe.

4- Estimular a Competitividade - Pode até parecer estranho propor um aumento de competitividade como fator para desenvolvimento de uma equipe de alto desempenho. É que temos nos acostumado a associar competitividade com competição e não com competência. O que desejamos é que a equipe zele pela competência. De que forma? Buscando com todo o empenho possível dividir conhecimentos pessoais com os demais, a fim de fazer a equipe sempre evoluir. Viva a individualidade, abaixo o egoísmo. No balcão de uma loja de autopeças há troca de informações intensas entre balconistas e mecânicos, o que acaba propiciando a capacitação prática, por parte do balconista, para inúmeros problemas de outros clientes. Todo balconista, mesmo sabendo disto acaba não compartilhando estes conhecimentos com a equipe, agindo de modo puramente egoísta! O quarto desafio é estimular a competitividade na equipe mediante a busca pela complementação dos conhecimentos individuais disponibilizados ao todo.

5- Aprimorar a Comunicação - Promover debates, voltados à resolução de conflitos e problemas, é fundamental para melhorar a sinergia da equipe. A falta de transparência na comunicação acaba por promover o surgimento de adivinhações e fofocas, minando o grupo e o clima organizacional. Esconder ou adiar para nunca a discussão e solução de problemas, por mais doloridos que sejam, é o caminho para quebrantar o desempenho da equipe. O quinto desafio é sistematizar as formas de comunicação, formalizando em comunicados e fóruns de debates que envolvam a todos!

6- Viabilizar o Moderador - Toda equipe de alto desempenho, apesar de gozar de autonomia quanto às responsabilidades atribuídas, necessita de diretrizes claras e de agentes balizadores de tomada de decisão. Alguém tem que assumir a coordenação e ser o “mentor” que aloca os recursos e altera as estratégias no decorrer do jogo! Alguém de visão clara do propósito e com visão dinâmica do processo. Alguém imparcial nos julgamentos, sempre direcionado pela voz do cliente e pelas disponibilidades da empresa. Este “coach” tem por missão harmonizar expectativas e ser o conciliador da equipe frente às metas perseguidas. O sexto desafio é contar com a colaboração de um agente moderador imparcial, que harmonize objetivos e pessoas em benefício de resultados.

7- Priorizar a Qualidade - Faço aqui minha defesa de tese: “Nenhuma empresa evidencia qualidade superior ao somatório das qualidades individuais de seus colaboradores”. Difundir uma visão de “ausência de defeitos”, voltada aos objetivos da Qualidade Total tem um caráter transformador e entusiasta em toda equipe. Pare de atribuir padrões “policialescos”, ostensivos e punitivos. Incentive a qualidade e prepare toda equipe para voltar-se a ações pró-ativas e inovadoras, no âmbito de suas responsabilidades e atribuições. Fazer continuamente melhor, desde a primeira vez, deverá ser o objetivo de todos. O sétimo desafio é disseminar uma visão da Qualidade de Gestão envolvente e inovadora que atinja indistintamente toda a equipe, promovendo um novo pensar e agir para o negócio.

Esses sete desafios, que propus para reflexão, se originaram de duas grandes questões que me foram feitas e que são feitas por milhares de empreendedores: Como criar um sentimento de equipe? Como desenvolver o comprometimento?

Quero concluir que as respostas para estas questões passam por uma avaliação dos propósitos de gestão do negócio e invade o limite das relações humanas de credibilidade e satisfação. Uma ação empreendedora voltada à inovação, seriedade e quebra de velhos paradigmas como o tradicional “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”, que encare desafios de forma corajosa e ousada é a grande esperança de resposta a estas questões.

Reinaldo Miguel Messias
Consultor - Sebrae-SP

Fonte: http://www.sebraesp.com.br

Out 25

Levar a organização a atingir alto desempenho em seus objetivos, sob a perspectiva do stakeholder. Esta é, na visão da pesquisadora e professora Sonia Calado, o principal desafio dos gestores corporativos nos dias de hoje. Em palestra realizada na manhã desta quinta-feira (18/10) durante o GGTI Meeting 2007, encontro que reuniu cerca de 140 líderes de TI de empresas pernambucanas, Sonia ensinou como reter e desenvolver bons profissionais - e como tirar o máximo de valor de cada um deles.

“Talentos são complicados, sim. Mas nenhuma empresa quer ter apenas profissionais medianos e sem brilho”, provocou. Segundo ela, o trabalho do gestor torna-se mais complexo ao lidar com pessoas talentosas, pois elas têm de ser convencidas de cada decisão. “Um profissional talentoso não aceita ordens, ele quer entender as estratégias. E cabe ao gestor ter as respostas, ou a pessoa vai embora.”

Para Sonia, saber motivar é um dos princípios básicos da  liderança e fator determinante para se ter uma equipe disposta a trazer resultados. “Desempenho depende de competência, recursos e de ‘querer’ “, explica. “Por mais que um profissional seja extremamente competente, ele não trará resultados se não estiver motivado.” Em sua visão, um conjunto de características afetivas e cognitivas determinam o comportamento do individuo, mas alguns fatores externos (da organização e de seu superior) podem interferir no processo. “Uma pessoa é motivada quando acredita que seu esforço vai resultar em bom desempenho, que o desempenho vai resultar em recompensa e que a recompensa vai levar à satisfação de uma necessidade”, pontua a especialista. Ou seja, elogie, seja justo e ofereça recompensas relevantes para cada um.

Sonia destacou ainda a importância de se posicionar de maneiras diferentes de acordo com o perfil do liderado. Para os profissionais menos preparados, o líder transformacional é o mais indicado: ele tem carisma, ensina a sonhar, mostra caminhos, é admirado e sabe tratar cada um de sua equipe de forma individual. No caso de liderados mais experientes, o perfil do líder servidor funciona melhor, já que ele deixa a equipe livre para criar e se desenvolver e fica apenas disponível para ajudar, quando necessário. Finalmente, em situações em que o liderado é um grande talento, o ideal é adotar o modelo de mentoria, ser praticamente conselheiro, capaz de ajudar o profissional mais jovem a decidir entre caminhos e de impulsioná-lo a novos desafios.

Out 22

É a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego.

Caracteriza-se pela degradação deliberada das condições de trabalho em que prevalecem atitudes e condutas negativas dos chefes em relação a seus subordinados, constituindo uma experiência subjetiva que acarreta prejuízos práticos e emocionais para o trabalhador e a organização. A vítima escolhida é isolada do grupo sem explicações, passando a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada, culpabilizada e desacreditada diante dos pares. Estes, por medo do desemprego e a vergonha de serem também humilhados associado ao estímulo constante à competitividade, rompem os laços afetivos com a vítima e, freqüentemente, reproduzem e reatualizam ações e atos do agressor no ambiente de trabalho, instaurando o ‘pacto da tolerância e do silêncio‘ no coletivo, enquanto a vitima vai gradativamente se desestabilizando e fragilizando, ‘perdendo’ sua auto-estima.

O desabrochar do individualismo reafirma o perfil do ‘novo’ trabalhador: ‘autônomo, flexível’, capaz, competitivo, criativo, agressivo, qualificado e empregável. Estas habilidades o qualificam para a demanda do mercado que procura a excelência e saúde perfeita. Estar ‘apto’ significa responsabilizar os trabalhadores pela formação/qualificação e culpabilizá-los pelo desemprego, aumento da pobreza urbana e miséria, desfocando a realidade e impondo aos trabalhadores um sofrimento perverso.

A humilhação repetitiva e de longa duração interfere na vida do trabalhador e trabalhadora de modo direto, comprometendo sua identidade, dignidade e relações afetivas e sociais, ocasionando graves danos à saúde física e mental*, que podem evoluir para a incapacidade laborativa, desemprego ou mesmo a morte, constituindo um risco invisível, porém concreto, nas relações e condições de trabalho.

A violência moral no trabalho constitui um fenômeno internacional segundo levantamento recente da Organização Internacional do Trabalho (OIT) com diversos paises desenvolvidos. A pesquisa aponta para distúrbios da saúde mental relacionado com as condições de trabalho em países como Finlândia, Alemanha, Reino Unido, Polônia e Estados Unidos. As perspectivas são sombrias para as duas próximas décadas, pois segundo a OIT e Organização Mundial da Saúde, estas serão as décadas do ‘mal estar na globalização”, onde predominará depressões, angustias e outros danos psíquicos, relacionados com as novas políticas de gestão na organização de trabalho e que estão vinculadas as políticas neoliberais.

Out 16

Em todas atividades profissionais, não apenas nas artes ou na propaganda, a capacidade de criar é um dos maiores ativos do capital intelectual que uma empresa competitiva pode usar.
Por Eduardo Zugaib

Nas tarefas cotidianas, não precisamos tanto do pensamento criativo, certo? Sim e não. A busca de uma única resposta certa para tudo na vida é um dos principais bloqueios da criatividade. Para toda questão há, no mínimo, duas respostas.

Um exemplo simples é a nossa ida ao trabalho, pela manhã. Se o tempo for escasso, melhor usar a resposta que já conhecemos: o caminho habitual. Se houver alguns minutos a mais, optar por um caminho diferente pode ser um bom exercício contra a acomodação, aquela caverna confortável, acolchoada e embolorada, onde mora o perigo.

Você já parou para pensar que há muita gente passando a vida inteira sem um único pensamento criativo, seja no plano pessoal ou no profissional? Vive-se no piloto automático, seguindo um manual esquecido no porta-luvas por alguém. Um manual baseado na experiência de vida desse alguém, que provavelmente não servirá para quem o lê agora. Essa acomodação tem feito muitas pessoas, no avançar da idade, se arrependerem por não terem corrido mais riscos na vida.

Em todas atividades profissionais, não apenas nas artes ou na propaganda como nos habituamos a acreditar, é cada vez mais fundamental usar a capacidade de criar na busca de novos caminhos para a solução de antigos problemas. Essa capacidade é um dos maiores ativos do capital intelectual que uma empresa competitiva pode usar, num mundo que se cansa cada vez mais rápido do que tem.

Mas nossa formação acaba jogando contra essa capacidade, sem nos darmos conta. Fomos criados para a rotina, para a monotonia da segurança, acumulando desde a infância diversos bloqueios, que se transformaram em posturas inflexíveis diante dos problemas.

Alguns destes bloqueios surgiram assim que ouvimos frases assassinas como “isso não tem lógica”, “seja prático, oras”, “não seja ambíguo!”. “nunca erre”, “brincar é coisa de moleque”, “não seja bobo”, entre outras. A cristalização de frases assim nos faz decretar à morte a principal capacidade do nosso cérebro, a imaginação, tão logo admitimos para nós o pior dos bloqueios:

- Eu não sou criativo!

Criatividade é exercício. Praticando, é fácil notar que cada vez mais idéias surgem, fazendo diferença em nossa vida. Com uma grande vantagem: são idéias suas. [Webinsider]

Out 16

Circule por qualquer escritório e você provavelmente ouvirá bipes referentes a mensagens instantâneas, games online e chats – tudo isso muitas vezes acompanhado de cliques frenéticos no mouse. Os funcionários até podem parecer ocupados, mas muitos estão passando o tempo.

Estudos ao redor do mundo sugerem que os funcionários gastam em média um quinto de seus turnos de trabalho diários envolvidos com atividades pessoais. A atração favorita? A internet.

Patrícia Wallace, autora do livro “The Internet in the Workplace: How New Technology Is Transforming Work” – vendido no Brasil, mas sem tradução para o português – afirma que os funcionários sempre encontram formas de evitar trabalhos muito pesados.

“A questão é que agora existe algo genuinamente irresistível - e que é uma porta para o planeta inteiro -, bem ali em sua mesa. Além disso, é facilmente ignorada pelas pessoas que transitam ao redor”, afirma a escritora, também professora da Johns Hopkins University, em Baltimore.

Funcionários que têm surfado na internet no ambiente de trabalho têm passado boa parte do tempo enviando e-mails. E desse total, quase um terço das mensagens não foram relacionadas a trabalho, afirma James Philips, professor de psicologia da australiana Monash University.

Outras atrações típicas envolvem lojas ou bancos online, além de redes sociais como Facebook ou MySpace. Também não é incomum ver o status de vários usuários dessas comunidades como “no trabalho”.

Fenômeno conhecido
Companhias gastam milhões de dólares anualmente com acesso à internet, e algumas até já demitiram funcionários por abuso da internet e atividades inadequadas. No entanto, esconder essa prática de uso da internet por lazer tem se tornado cada vez mais fácil para os funcionários, como acessar a rede via telefone celular.

Filmes e programas de televisão têm também mostrado o fenômeno. O filme “Como enlouquecer seu chefe” – Office Space, em inglês –, datado de 1999, é um exemplo, assim como o seriado “The Office”, que mostra os personagens jogando um game no computador como parte das atividades diárias.

Websites dedicados a fomentar a cultura corporativa de uma forma divertida também têm crescido. Funcionários podem, por exemplo, ir ao www.overheardintheoffice.com e postar, por exemplo, comentários engraçados que foram ouvidos no ambiente de trabalho. Também é possível fazer brincar com colegas de trabalho e chefes no www.annoyingcoworker.com e enviar mensagens anônimas com comentários via e-mail.

Motivos para a distração
Em uma pesquisa recente realizada nos Estados Unidos pela consultoria Salary.com, cerca de seis em dez entrevistados reconheceram que perdem tempo no trabalho com atividades pessoais. Do total, 34% apontaram a internet como principal ferramenta para passar o tempo. Entre as razões para a dispersão, muitos indicaram tédio, cansaço por passar muito tempo no trabalho, baixa remuneração ou situação estagnada no trabalho.

Outra pesquisa mostra que quase um quinto dos entrevistados em uma pesquisa israelense, disseram que acessaram sites de sexo no ambiente corporativo. A IBM, por exemplo, demitiu certa vez um funcionário por visitar uma página de conteúdo adulto no trabalho. No ano passado, um funcionário da prefeitura de Nova York foi pego pelo prefeito Michael Bloomberg com um jogo de cartas em sua tela de computador.

Alguns especialistas dizem que o uso privado da internet no trabalho não afeta a produtividade e pode inclusive ser benéfico. “Navegar na internet para fazer compras virtuais, cuidar de suas finanças online, por exemplo, significa que o funcionário não precisará ter duas horas de almoço”, diz Wallace. “Nesses casos, acredito que a internet realmente está poupando tempo dos funcionários”.

E você? Acredita que a internet prejudica ou ajuda o rendimento dos funcionários de uma empresa? Comente abaixo.

Out 14

Se trabalhar até tarde deixa você sonolento e mal preparado para lidar com uma manhã turbulenta, aqui está o porquê: as melhores idéias são criadas em cérebros descansados e saudáveis.

A despeito da lenda de que maus hábitos andam de mãos dadas com a inspiração – pense em Ernest Hemingway, Vicent Van Gogh e outras lendas criativas –, pesquisas apontam na direção contrária, diz Daniel Amen, CEO da Amen Clinic, especialista em pesquisas sobre o cérebro. Amen acredita que esses artistas eram criativos apesar do estilo de vida adotado, não por causa dele.

Embora os cientistas estejam apenas começando a estudar a relação entre saúde e criatividade, pesquisas recentes (sem falar no senso comum) sugerem que, para a maioria de nós, estresse, sono e atividade física influenciam diretamente na capacidade criativa. Os líderes de TI que trabalham muitas horas (tais como 24% dos entrevistados na pesquisa da firma de recrutamento Harvey Nash em março, que admitiram trabalhar mais de 56 horas por semana) podem não estar no melhor e mais criativo momento justamente quando a importância da inovação cresce.

O estresse mata as células do cérebro
O estresse contínuo ou intenso pode danificar as células do cérebro, sua estrutura e suas funções e pode ainda causar efeitos colaterais como perda de memória ou depressão, de acordo com neurologistas.

Estudos com animais oferecem pistas de como o estresse afeta o cérebro. Em uma pesquisa publicada pela Sociedade de Neurociência, na qual os pesquisadores estressavam os ratos comprimindo-os, as células do hipocampo dos animais, uma área importante do cérebro para a memória, degeneraram-se. Outros estudos indicam que o estresse inibe a reprodução das células do hipocampo, uma das poucas áreas do cérebro capaz disso. Os dois fenômenos poderiam afetar a comunicação entre as células do cérebro e a memória.

O CIO da Sentara Health Care, Bert Reese, afirma que o estresse é uma “distração desnecessária” de seu trabalho. Ele o previne tomando medidas como exercícios freqüentes e mantendo a atenção exclusivamente na tarefa do momento. Para seguir criativo, ele se apóia na família e em seu tempo ocioso. “Para mim, é importante ter algum período de silêncio para simplesmente deixar as idéias fluírem”, diz ele.

Exercícios dão vigor às novas idéias
O best-seller e maratonista Haruki Murakami acredita que a corrida o encha de criatividade. E se você já provou a sensação de invencibilidade depois de uma longa corrida ou competição de bicicleta, você sabe que se exercitar pode fazê-lo sentir-se impetuoso.

Resumidamente, isso acontece porque o exercício reduz o estresse, impulsiona o movimento sanguíneo para o cérebro e libera endorfina.  – neurotransmissores que inibem a dor e dão ao corpo a sensação de estar naturalmente sedado.

De que forma a atividade física afeta o cérebro e a criatividade no long prazo ainda não foi esclarecido. Mas estudos recentes mostram a ligação entre a prática de exercícios e o crescimento das células. Em um deles, publicado no International Journal of Neuropsychopharmacoly, as células do hipocampo dobraram em ratos adultos que se exercitaram.

Outro estudo publicado no Creativity Research Journal sugere que uma boa rotina de atividades físicas faz idéias criativas fluírem. Pesquisadores selecionaram ao acaso 60 estudantes do ensino médio, dividiram-os em três grupos e exercitaram apenas dois dos grupos. Todos receberam o Teste Torrance de Pensamento Criativo, um método muito usado para avaliar criatividade. Os dois grupos que realizaram atividades físicas realizaram testes imediatamente ou passadas duas horas das atividades. Ambos fizeram uma pontuação mais elevada do que o grupo que não realizou nenhum exercício.

Reese considera a atividade física crucial para sua criatividade, e se esforça para fazer estimulação-cerebral na academia, próxima a seu escritório.

Durma e obtenha respostas
Que poucas horas de sono atrapalham o desempenho e a tomada de decisão, não é novidade. Mas um estudo publicado em 2004, na Nature, diz que dormir é essencial para criatividade. Isso ajuda a explicar porque acordamos pela manhã com a resposta para um problema que nos atormentou na noite anterior.

O estudo observou 106 pessoas que deveriam responder a uma série de problemas matemáticos com dicas para as soluções escondidas. Durante os testes, algumas pessoas ficaram acordadas enquanto outras puderam descansar. Depois de oito horas, eles foram testados novamente.

Os que dormiram oito horas saíram-se três vezes melhor. Pesquisadores acreditam que esses participantes podem ter refletido sobre os problemas matemáticos durante o sono.  “Dormir poucas horas reduz a função cerebral, afeta o humor, a memória e a habilidade de manter a atenção”, diz Amen. Ele recomenda pelo menos sete horas de sono por noite. “Seu cérebro está envolvido em tudo o que fazemos”, afirma ele. “Se ele não funcionar direito, você não trabalha direito.”

Out 12

 

Paulino Michelazzo (e-mail) é desenvolvedor web desde 95 e escreve com regularidade para vários canais na Internet e revistas nacionais e internacionais. Atualmente é Systems Developing Specialist na missão da ONU – Organização das Nações Unidas no Timor-Leste.

No atual mundo globalizado, as dúvidas sobre o que ser e como ser rondam desde os mais tranqüilos estudantes até os mais experientes gerentes na hora de escolher qual o caminho a seguir para a carreira. Se você também sofre deste mal e faz parte do mundo da tecnologia, este artigo pode lhe ser útil.

Sei que você deve estar cansado de ouvir dicas das mais variadas e dos maiores “gurus” de RH do planeta sobre como conduzir sua carreira e pensa que este é mais um artigo que possui a mesma abordagem. Antes que pare a leitura, deixe-me explicar no que ele é diferente. Não sou guru de nada, não estou vendendo nada, não estou lhe dando fórmulas milagrosas, não estou dizendo que você vai ficar rico, não estou “faturando em cima” e tampouco afirmando que minha experiência serve para você. Somente gostaria de responder à algumas pessoas que, devido a artigos anteriores, enviaram-me longas mensagens com um ponto recorrente que posso resumir em uma pequena frase que é “o que fazer de minha vida”. Então ele é uma resposta à estas perguntas e também algumas dicas para os profissionais (ou futuros profissionais) da área de tecnologia.

Competição acirrada, menos postos de trabalho, maior facilidade para obtenção de conhecimento e automação de funções são algumas das variáveis que hoje fazem parte da equação de escolha duma carreira. Mas além destas variáveis também é possível citar o anseio manipulado das pessoas visando o consumismo, o status, o sucesso. A preocupação em obter este “sucesso” ou status desvirtua a tal ponto que esquecemos os caminhos que devem ser traçados para ao menos obter-se tranqüilidade na vida ou até mesmo este tão falado sucesso.

E o que tem a ver esta ladainha com a tecnologia?

Se você está correndo atrás do sucesso e não sabe por onde, tem muito a ver.

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